RPAs/Drones a tecnologia a serviço da segurança pública

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RPAs, definição para Remotely-Piloted Aircraft, ou em português, aeronave remotamente pilotada.

Drone é um apelido informal para todo e qualquer objeto voador não tripulado. Palavra de origem inglesa, drone significa “zangão” ou “zumbido”. A palavra é uma associação ao som realizado pelo aparelho durante um voo rasante perto da orelha de alguém.

No Brasil, os drones são classificados e regulados conforme seu propósito de uso. Se for para lazer, esporte, hobby ou competição, equipamento é visto como um aeromodelo. Pode ser tanto um mini-helicóptero, uma réplica de um jato ou até mesmo um helicóptero que possua quatro hélices, conhecidos internacionalmente como “quadcopters”.

Agora, se o uso do drone for para outros fins (pesquisa, experimentos ou comércio), o aparelho passa a ser entendido como um veículo aéreo não tripulado (Vant). Contudo, além do fim não-recreativo, para ser um vant, o equipamento precisa possuir uma carga útil embarcada não necessária para o equipamento voar. Exemplos dessa carga útil são as câmeras acopladas para tomadas aéreas de filmes ou quando alguém embarca uma correspondência para entrega, mesmo que seja uma pizza ou uma carta.

Os primeiros vants mais populares no Brasil foram pequenos aviões utilizados pela Força Aérea Brasileira (FAB) para proteção de fronteiras e utilizados pelo Ibama para mapeamento do desmatamento da Floresta Amazônica. Outros países como os Estados Unidos já usam vants para irrigação de lavouras e até mesmo para bombardear territórios inimigos.

Os RPAs são de grande valia no ganho de terreno e visibilidade de alvos em operações policiais, bem como em transporte de bóias de salvamento no mar. Nas operações policiais, a flexibilidade em localizar os alvos com câmeras térmicas, minimiza de forma gigantesca as baixas e acidentes de trabalho, tanto para os Profissionais de Segurança Pública quanto para os Infratores da Lei, uma vez que identificados, a incursão torna-se bastante precisa, evitando confrontos, conforme experimentos realizados com Instituições de Segurança Pública, onde o sucesso de operações se deu por conta da utilização de tais equipamentos. Ressalta o Diretor de Ciência e Tecnologia do Instituto Federal de Fiscalização.

Em terras brasileiras, somente é permitido o uso de Vants com piloto remoto. Isso quer dizer que equipamentos autônomos sem intervenção externa durante o voo são terminantemente proibidos pela defesa aérea brasileira. Logo, todo vant que possui um piloto remoto é automaticamente chamado de “Remotely-Piloted Aircraft” (RPA), em português, aeronave remotamente pilotada.

FONTE: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2015/02/drones-vants-ou-rpas-entenda-mais-sobre-essas-aeronaves-nao-tripuladas#1

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