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Secretária Nacional de Justiça visita Fábrica Social

Projeto do governo do Distrito Federal visa capacitar pessoas em situação de vulnerabilidade social para o mercado de trabalho





Brasília – 01/08/2019 – A Secretária Nacional de Justiça, Maria Hilda Marsiaj Pinto, visitou nesta quinta-feira (1º) a sede da Fábrica Social, iniciativa do governo do Distrito Federal, criada em 2013.

Coordenada pela Subsecretaria de Integração de Ações Sociais da Secretaria de Trabalho a iniciativa tem como objetivo promover a cidadania e educação por meio da capacitação profissional da população economicamente vulnerável do Distrito Federal, visando à criação de oportunidades concretas de inserção no mercado de trabalho e autonomia socioeconômica.

Acompanhada da diretora do Departamento de Promoção de Políticas de Justiça, Annalina Cavicchiolo Trigo, a secretária Maria Hilda conheceu as duas unidades de fábrica, conversou com os alunos e viu de perto como funciona o processo de produção de todos os produtos feitos ali.

Para a secretária, “o trabalho empodera e capacita mulheres e jovens em situação de violência doméstica e vulnerabilidade social, fazendo com que possam sair do processo de dependência financeira, promovendo auto estima e igualdade de direitos”.

O subsecretário de Integração de Ações Sociais da Secretaria de Trabalho, Gerson Vicente de Paula Júnior, pontuou que as ações realizadas na Fábrica atuam de maneira inclusiva, capacitando, qualificando e inserindo essa população no mercado de trabalho, além de possibilitar que essas pessoas se tornem empreendedoras.

Hoje, 800 alunos estão divididos em dois turnos nos cursos da Fábrica. Cada turma de 40 alunos conta com 12 instrutores. Segundo Gerson, “os melhores alunos do mês são alçados a monitores no mês seguinte, como forma de estímulo. ” Os estudantes recebem auxílios por aproveitamento individual e adicional de incentivo por assiduidade, além dos auxílios alimentação e transporte.

O Programa Fábrica Social oferece as mais variadas opções de cursos, como bordado, serigrafia, construção civil, marcenaria criativa, corte e costura de laminados, confecção de bolas e redes esportivas, corte, costura e confecção de uniformes, hortas urbanas e instalação de placas fotovoltaicas.

Cerca de 80% dos alunos são mulheres chefes de família. Idosos, deficientes e jovens em conflito com a lei – que já cumpriram medida socioeducativa ou que a estejam cumprindo, em regime semiaberto ou aberto – também fazem parte do grupo.

Os interessados em participar do Programa Fábrica Social precisam estar inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal e residir no DF. Devem ter renda per capita de até 170 reais, idade mínima de 16 anos e não ter participado de processo de capacitação e qualificação do programa Fábrica Social.

Fonte: MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA